Viçosa registra segundo melhor saldo de empregos dentre principais cidades da Zona da Mata
Município teve o segundo maior saldo entre os principais da região
Viçosa abriu 121 vagas de emprego formal em julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), calculado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo foi o segundo maior entre os principais municípios da Zona da Mata, atrás apenas de Leopoldina, que registrou 146 novas vagas.
O resultado de julho foi superior ao registrado no mês anterior. Viçosa teve 704 contratações e 583 desligamentos, enquanto, em junho, foram 668 admissões e 641 demissões. No acumulado dos sete primeiros meses de 2026, o município registra saldo positivo de 131 empregos formais.
Os dados do Caged consideram trabalhadores com carteira assinada e, portanto, não incluem empregos informais. Por esse motivo, os números não são diretamente comparáveis aos dados de desemprego divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).
Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil foi de 5,3% no trimestre encerrado em julho. Conforme o instituto, essa é a menor taxa de desemprego para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica, em 2012.
Zona da Mata
Entre os principais municípios da Zona da Mata, o maior saldo negativo foi registrado em Ubá, que fechou 160 vagas de emprego formal em julho.
Além de Viçosa, que abriu 121 vagas, os maiores saldos positivos foram registrados em Leopoldina, com 146, e Cataguases, com 59.
Na microrregião de Viçosa, Ervália teve o maior saldo positivo, com 39 novas vagas, seguida por Porto Firme, com 15.
Os resultados negativos foram registrados em Teixeiras, com fechamento de 20 vagas, Coimbra, com duas, e Canaã, com uma. Canaã também acumula saldo negativo de empregos no período de janeiro a julho.
Brasil
A economia brasileira gerou 58 mil empregos formais em julho, informou o Ministério do Trabalho e Emprego nesta sexta-feira, 28. No mês, foram registradas 2,26 milhões de contratações e 2,2 milhões de demissões.
De janeiro a julho, o país acumulou 972,2 mil empregos formais, segundo os dados oficiais. O número representa queda de 21% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram abertas 1,23 milhão de vagas com carteira assinada.
Ao fim de julho de 2026, o Brasil tinha 48,08 milhões de empregos com carteira assinada. O resultado é superior ao registrado em junho, quando havia 48,02 milhões, e em julho de 2025, quando o estoque era de 47,2 milhões.
Matéria publicada na edição impressa 3663 do jornal Folha da Mata - 10/09/2026. Se você quer ver com exclusividade, fique sempre de olho na banca mais próxima da sua região!


