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Reconstrução da Ponte de Silvestre

A Prefeitura de Viçosa publicou, nessa quinta-feira, 1º de julho, o edital de concorrência 012/2020, para a contratação de empresa para a execução da obra de reconstrução da ponte sobre o rio Turvo, no distrito de Silvestre. A data para a entrega dos dois envelopes com a documentação e com a proposta financeira é o dia 20 de agosto, às 9 horas, no Protocolo Geral do Centro Administrativo Prefeito Antônio Chequer.
O projeto de reconstrução da ponte foi aprovado pela Sedec (Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil) no dia 15 de maio e a obra será feita com recursos destinados pela Defesa Civil Nacional. Através de emenda parlamentar do deputado federal Rodrigo de Castro foi liberada a importância de R$1,2 milhão, dinheiro que, inclusive, já está na conta do Município.

O projeto
Pelo projeto, a nova ponte terá um vão de 30 metros de comprimento por 10,40 de largura, com duas pistas e passeios laterais, diferente da ponte antiga que não tinha passeios e somente dava passagem para um veículo por vez.
O prazo dado pela Defesa Civil para a execução da obra é de 180 dias, porém, de acordo com o engenheiro civil Moisés Fagundes, com o uso de vigas pré-moldadas os serviços poderão ser concluídos em até 90 dias.

Zona Rural
Mesmo que a passos lentos, por causa dos efeitos da pandemia do novo coronavírus, a PMV (Prefeitura Municipal de Viçosa), através da Secretaria de Agropecuária e Desenvolvimento Rural, vem realizando reparos em estradas e pontes da zona rural do município.
Os danos causados pelas chuvas do início do ano, mais especificamente em 13 de fevereiro, foram muitos e atingiram cerca de 30 comunidades rurais em pontos diferentes. O levantamento feito pela PMV contabiliza 42 pontes de pequeno, médio e grande porte que foram avariadas ou totalmente destruídas.
De acordo com informações da prefeitura, o investimento nas obras de reconstrução de pontes, galerias e patrolamento de estradas rurais é de R$ 800 mil, dinheiro que sairá do próprio cofre municipal e de verba prometida pelo Governo Federal que ainda não chegou.
Até hoje as consequências daquele temporal podem ser sentidas nas comunidades do Córrego São João, Portugueses, Buieie, Arrudas, Palmital, Estiva, Pau de Cedro, Gentil, Matinha, Coura, Zubá, Santiago, Retiro, Piúna, Araújos, Fundão, Palmital, Zigue Zague, Estação Velha, Córrego Fundo, Turvo, Machado, Coelhas, Recua, Mainarte, Sumidouro e Paula.
Pelo levantamento da Secretaria de Agropecuária e Desenvolvimento Rural, já foram construídas pontes e galerias nas comunidades do Lamin, Paiol e Paula. Também foram desobstruídos diversos pontos com queda de barranco, principalmente, nos trechos de fluxo de veículos do transporte escolar e de escoamento de produção.
Uma das situações mais graves é a da ponte que dá acesso à comunidade do Coura que, mesmo com problemas graves em sua estrutura, continua sendo usada por veículos pesados depois que foi feito um paliativo em uma das suas cabeceiras. Para a sua recuperação total, a estimativa é que seja necessário o investimento de R$ 200 mil.
O secretário da pasta informou que a finalização de todo o trabalho deve ser em 90 dias.

 

Autor: Folha da Mata

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